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Trocos para o parquímetro da EMEL? Não é preciso!
[2016-2-24] 
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A ePark, uma aplicação gratuita para smartphones, tem novas funcionalidades. A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) lançou uma versão renovada da aplicação "ePark", um método de pagamento que substitui os parquímetros pelo ecrã de um "smartphone".

A nova “ePark” corrige vários erros da versão anterior, que já é usada por cerca de cem mil pessoas. Georreferenciação e o fim da necessidade de consultar um site para completar a transacção são novidades da “app”, que é gratuita.

O presidente da empresa, Natal Marques, diz à Renascença que a “ePark”, que já existe desde Setembro de 2014, tem por objectivo “facilitar a vida ao automobilista”.

A aplicação é instalada no aparelho e é de fácil utilização: "Há um pré-carregamento de um valor que fica disponível. Basta que o automobilista, depois de fazer o estacionamento, introduza a matrícula do carro e vá consumindo desse valor que previamente foi depositado”, explica.

O "entra e sai" de uma reunião, por exemplo, não é necessário porque a aplicação permite renovar o tempo de estacionamento sem que o automobilista se desloque até ao carro.

“Findo o período que foi introduzido no telemóvel, se a pessoa estiver ainda numa reunião ou numa actividade qualquer que não lhe permita a deslocação ao automóvel, pode, a partir do sítio onde estiver, carregar mais minutos para continuar a prolongar o estacionamento", detalha.

in sítio de internet da RR


Jovens representam 10% das vítimas mortais em acidentes rodoviários
[2015-2-3] 
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Acidentes com jovens, entre os 18 e os 24 anos, ocorrem sobretudo entre as 20h00 e as 8h00, durante os fins-de-semana.

Os jovens representam 10% do total das vítimas mortais em acidentes rodoviários, tendo a sinistralidade deste grupo etário um custo económico e social de 752 milhões de euros.

Na sessão de lançamento da edição deste ano de um programa rodoviário destinado a futuros condutores, o presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Jorge Jacob, avançou as estatísticas da sinistralidade rodoviária envolvendo jovens.

Entre 2010 e 2013, os acidentes rodoviários provocaram, entre os jovens, 325 vítimas mortais, 1.298 feridos graves e 23.546 feridos ligeiros, disse Jorge Jacob, adiantando que a sinistralidade com jovens teve um custo económico e social de 752 milhões de euros em 2010.

Segundo a ANSR, o risco de morte em acidentes de viação dos jovens, entre os 18 e os 24 anos, foi cerca de 40% superior ao da restante população e 50% dos mortos e feridos graves resultaram de despistes, seguido de colisões.

De acordo com a associação, os acidentes com jovens ocorrem sobretudo entre as 20h00 e as 8h00, sendo o período mais elevado entre as 4h00 e as 8h00, e durante os fins-de-semana, além de ocorrerem em arruamentos e estradas municipais.

As estatísticas mostram igualmente que os carros ligeiros são os veículos dominantes nos acidentes dos jovens entre os 18 e os 24 anos, sendo os desastres com motas mais superiores na restante população do que nesta faixa etária.

Apesar destes dados, Portugal ocupa o segundo lugar mais baixo da Europa em termos de risco de morte dos jovens.

in sítio página1.sapo.pt


Cidade sem atropelamentos mortais desde que mudou limite para 30 Km/h
[2015-2-1] 
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A cidade inglesa de Brighton and Hove, com cerca de 270 mil habitantes, não registou qualquer atropelamento mortal desde que implementou zonas com limite de velocidade de 30 km/h. Os dados correspondem apenas aos acidentes registados nestas zonas.

Este limite de velocidade foi implementado, em várias zonas da cidade, em Março de 2013, e os primeiros resultados são animadores: nos primeiros 18 meses, os acidentes fatais passaram de 1.5 de média – a cada ano e meio – para zero. O número de acidentes graves caiu 7% – de 79.5 para 74 -; e os ligeiros diminuíram bastante (18%) – de 393.5 para 322.

Os dados da segunda fase do projecto, de Junho de 2014 até finais de 2015, estão já a ser analisados. De acordo com a autarquia local, as primeiras informações dão conta de uma redução de acidentes e velocidades dos automóveis que passam nestas zonas.

Actualmente existem duas zonas com limite de velocidade de 30 km/h, mas a autarquia encontra-se na fase final da aprovação de uma terceira zona, que será bastante mais alargada, geograficamente, que as outras duas.

in sítio dos green savers